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Comunicado Coronavírus

Categoria : Noticias

COMUNICADO

Prezado (a) cliente

Seguem medidas de proteção em relação ao Coronavírus de acordo com o Ministério da Saúde:

Medidas de proteção:

1-Lave as mãos com frequência, com água e sabão, ou higienize com álcool em gel 70%.

2- Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.

3-Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas e fique em casa até melhorar.

4-Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. Ao tocar, lave sempre as mãos com água e sabão.

5-Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.

6-Evite aglomerações e mantenha os ambientes ventilados.

Como o coronavírus (Covid-19) é  transmitido?

A transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo (cerca de 2 metros), por meio de:

Gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, toque ou aperto de mãos, Objetos ou superfícies contaminadas

Quais são os sintomas?

Os sintomas mais comuns são:

febre e tosse ou dificuldade para respirar. Caso apresente algum deles, procure um serviço de saúde.

Quando usar máscara?

Pessoas que apresentam sintomas respiratórios, como tosse, espirros ou dificuldade para respirar, mesmo quando procuram atendimento médico, para proteger as pessoas ao seu redor.

Pessoas (incluindo familiares) que prestam atendimento a pessoas com suspeita ou confirmação de coronavírus.

Profissionais de saúde, quando entram em uma sala com pacientes ou quando tratam um indivíduo com sintomas respiratórios e de acordo com o tipo de atendimento que será prestado.

As máscaras só são efetivas se forem associadas à lavagem frequente das mãos com água e sabão ou higienização com álcool em gel.

Após usar máscara, descarte-a em local adequado e lave as mãos.

Já existe tratamento contra o coronavírus (Covid-19)?

SIM. O tratamento evita o agravamento da doença e reduz o desconforto. No entanto, não há um medicamento para matar o vírus. E a grande maioria dos casos, como acontece com as gripes, são curados sozinhos.

E já existe vacina?

Não há vacina disponível até o momento.

Vou viajar para um local com casos

de coronavírus (Covid-19). O que faço?

Avalie a necessidade real da viagem e adie, se possível.

Se for inevitável, previna-se e siga as orientações das autoridades de saúde do local.

Voltei de viagem de um local com casos de coronavírus (Covid-19). O que faço?

Fique atento à sua condição de saúde, principalmente nos primeiros 14 dias.

Reforce os hábitos de higiene, como lavar as mãos com água e sabão.

Caso apresente sintomas como febre e tosse ou dificuldade para respirar, procure um serviço de saúde e informe o seu histórico de viagem.

Fique tranquilo, mas atento:

A infecção por coronavírus (Covid-19) é uma doença de baixa letalidade. Dados da OMS mostram que 80% dos casos são leves. A maior preocupação é quando a doença atinge idosos ou pessoas com doenças crônicas.

Informação e lavar as mãos com sabão são as melhores prevenções.

Grupos de risco:

NOTA TÉCNICA CONJUNTA No 02/2020 – PGT/CODEMAT/CONAP

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

Define:

São considerados integrantes de grupos populacionais mais vulneráveis os maiores de 60 anos, portadores de doenças crônicas, imunocomprometidos, gestantes e crianças.

ORIENTA-SE:

  1. Incentivo à aproximação das autoridades sanitárias e gestores locais da Saúde, interagindo com os “gabinetes de crise” municipais e estaduais, com vistas a acompanhar as medidas orientativas que vêm sendo adotadas com relação aos estabelecimentos que apresentem população de trabalhadores mediano (OSHA), de modo a prevenir e desfavorecer a transmissão comunitária, reforçando a necessidade de acompanhar os Planos Estaduais e Municipais de Contingência;

2-Recomendar aos empregadores, sindicatos patronais, sindicatos profissionais que representem setores econômicos considerados de risco muito alto, alto ou mediano (OSHA), que observem as medidas de segurança que devem ser adotadas nas empresas, como:

FORNECER lavatórios com água e sabão;

FORNECER sanitizantes (álcool 70% ou outros adequados à atividade);

ADOTAR medidas que impliquem em alterações na rotina de trabalho, como, por exemplo, política de flexibilidade de jornada quando os serviços de transporte, creches, escolas, dentre outros, não estejam em funcionamento regular e quando comunicados por autoridades;

ESTABELECER política de flexibilidade de jornada para que os trabalhadores atendam familiares doentes ou em situação de vulnerabilidade a infecção pelo coronavírus e para que obedeçam a quarentena e demais orientações dos serviços de saúde;

NÃO PERMITIR a circulação de crianças e demais familiares dos trabalhadores nos ambientes de trabalho que possam representar risco à sua saúde por exposição ao novo coronavírus, seja aos demais inerentes a esses espaços;

SEGUIR os planos de contingência recomendados pelas autoridades locais em casos de epidemia, tais como: permitir a ausência no trabalho, organizar o processo de trabalho para aumentar a distância entre as pessoas e reduzir a força de trabalho necessária, permitir a realização de trabalhos a distância;

ADOTAR outras medidas recomendadas pelas autoridades locais, de molde a resguardar os grupos vulneráveis e mitigando a transmissão comunitária;

ADVERTIR os gestores dos contratos de prestação de serviços, quando houver serviços terceirizados, quanto à responsabilidade da empresa contratada em adotar todos os meios necessários para conscientizar e prevenir seus trabalhadores acerca dos riscos do contágio do novo coronavírus (SARS-COV-2) e da obrigação de notificação da empresa contratante quando do diagnóstico de trabalhador com a doença (COVID-19).

Recomendar aos empregadores, sindicatos patronais, sindicatos profissionais que representem setores econômicos que considerados de risco muito alto, alto ou mediano (OSHA), que negociem acordos e/ou instrumentos coletivos de trabalho prevendo flexibilização de horários, especialmente para os trabalhadores que integrem grupos vulneráveis, o abono de faltas sem a apresentação de atestado médico àqueles que apresentarem sintomas sugestivos da COVID-19, entre outras medidas necessárias para conter a transmissão da doença;

 

O Grupo Prestomed recomenda:

Cada empresa deverá avaliar se o colaborador se encontra no grupo populacional vulnerável, e decidir se ele deve ser afastado ou não das atividades.

O colaborador que estiver com queixas respiratórias como (febre, dificuldade para respirar, tosse, dor de garganta e etc) não deve ser encaminhado para realização de avaliação médica na Prestomed. Este colaborador deverá ser encaminhado para o Pronto Atendimento.

O Grupo Prestomed está adotando medidas internas de proteção durante o atendimento das empresas, para zelar pela saúde de todos os colaboradores que utilizam os nossos postos de atendimentos.

Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Atenciosamente,

Grupo Prestomedpresto logo 2501


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Aviso Prestomed

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recadoA


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Estes são os melhores (e piores) alimentos para a sua memória

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O que você inclui nas refeições de todo dia faz diferença para que o cérebro funcione bem ou aos trancos e barrancos

Seu hábito alimentar pode ajudar ou prejudicar o seu cérebro a depender dos ingredientes mais frequentes em suas refeições diárias.

Se o seu objetivo é turbinar o cérebro, investir em uma alimentação rica em frutas, especialmente as vermelhas, é uma das dicas da nutricionista Edvânia Soares, da Estima Nutrição.

Quer manter a capacidade de memorização afiada? Confira abaixo o que incluir e o que evitar na hora das refeições e lanchinhos:

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Como a idade afeta o apetite e nossa relação com a comida

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Com o passar do tempo, nosso relacionamento com a comida vai mudando – e as escolhas que fazemos têm impacto direto na saúde.

Você come para viver ou vive para comer? Temos uma relação complexa com os alimentos, influenciada por seu custo, disponibilidade e até pela pressão dos conhecidos.

Ainda que haja diferenças de uma pessoa para outra, algo que compartilhamos é o apetite, nossa vontade de comer. A fome – sensação provocada pelo nosso corpo quando ele necessita de alimento – é uma parte do dele, mas não é o único fator. Afinal, também comemos quando não estamos com fome e somos capazes de pular uma refeição mesmo quando o estômago está roncando.

Uma pesquisa recente destacou que a abundância de referências a comida – aromas, sons, propagandas – ao nosso redor é uma das principais causas da ingestão excessiva de alimentos.

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Chá de canela em pó: para que serve e como fazer

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A canela é um estimulante natural que melhora a circulação sanguínea, controla a glicemia e ajuda a emagrecer

Você sabe como fazer e para quê serve o chá de canela em pó? Neste artigo você confere todas as informações sobre essa bebida e tira as dúvidas sobre o seus benefícios, consumo e preparo. Veja também como usar esse chá para emagrecer usando as propriedades da canela.

A canela é uma especiaria muito apreciada em todo o mundo. Originária da Ásia, ela tem propriedades benéficas para o corpo humano, ajuda a emagrecer e ainda reforça a imunidade do organismo.

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Dormir tarde aumenta chance de morte prematura, aponta estudo

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Pessoas que dormem tarde e têm dificuldades para acordar de manhã têm risco maior de morrer de forma prematura, segundo um estudo recente realizado por uma universidade em Chicago, nos Estados Unidos.

A pesquisa, divulgada na publicação científica Chronobiology International, analisou dados de 433 mil pessoas de 38 a 73 anos e concluiu que aquelas que se definem como “noturnas” têm 10% mais chances de sofrerem uma morte prematura do que aquelas que se dizem “diurnas”.

Além disso, quem acorda mais tarde tem uma tendência maior também de ter doenças físicas ou mentais, segundo o estudo.

Para conduzir o estudo, os pesquisadores perguntaram inicialmente aos voluntários se eles eram uma pessoa “definitivamente diurna”, “parcialmente diurna”, “parcialmente noturna” ou “definitivamente noturna”.

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Campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira em todo o país

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A campanha nacional de vacinação contra a influenza começa nesta segunda-feira (23). A meta, segundo o Ministério da Saúde, é imunizar 54,4 milhões de pessoas, que fazem parte do grupo considerado “mais suscetível” ao agravamento de doenças respiratórias.

Até 14 de abril deste ano, o governo já registrou 392 casos de influenza em todo país, com 62 mortes. Com 8 óbitos, o estado de Goiás antecipou a imunização, que começou no último dia 13 de abril.

 

Veja qual é o público-alvo para receber as doses gratuitamente no SUS:

Pessoas a partir de 60 anos
Crianças de seis meses a cinco anos
Trabalhadores da área de saúde
Professores das redes pública e privada
Mulheres gestantes e puérperas
Indígenas
Pessoas privadas de liberdade (incluindo adolescentes cumprindo medidas socioeducativas)
Profissionais do sistema prisional
Portadores de doenças que aumentam o risco de complicações em decorrência da influenza
A contraindicação da vacina é para quem tem alergia severa a ovo.

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Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção

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Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

Transmissão

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Por que as picadas de insetos coçam? Saiba como se proteger nesse verão…

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Verão é sinônimo de sol, praia, chuva, e também de mais mosquitos e,
consequentemente, muita coceira. Mas, por que uma minúscula picada de
pernilongo ou borrachudo é capaz de provocar tanto efeito?
Como explica Ricardo Lourenço, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz da Fiocruz,
a saliva dos insetos é composta por um coquetel de proteínas –anticoagulante,
vasodilatador, antiplaquetário– que facilita a absorção do sangue, mas acaba
provocando uma reação alérgica em seu alvo (que no caso é você ou eu). “O que
varia entre um inseto e outro é a quantidade dessas proteínas”, afirma.
Outra diferença entre as espécies de insetos comuns no verão, de acordo com o
especialista, está na forma como eles bebem o sangue. Enquanto o pernilongo usa
o bico como uma espécie de agulha para chegar até o sangue, o borrachudo e o
maruim (mosquitinho do mangue), como têm o bico curto, rasgam a pele. “É
justamente por isso que as picadas de borrachudo e maruim irritam e inflamam
mais.”
A reação alérgica causada pelas picadas varia de pessoa para pessoa, como alerta
Cristiana Abdalla, dermatologista do Hospital Sírio Libanês. Há pessoas que nem
sentem nada, mas outras apresentam coceiras, vermelhidão e até inchaços no
local da picada. O normal é que as coceiras se prolonguem por até cinco dias.
Ela recomenda a visita a um médico em casos extremos. “Se você perceber que a
sua reação à determinada picada saiu do habitual, vale procurar ajuda de um
especialista.”
Isso porque, em casos mais graves, é possível que uma simples picada de inseto
cause um choque anafilático, uma reação alérgica que dificulta a respiração, causa
náuseas, vomito, tontura, sensação de desmaio, suores intensos e aumento dos
batimentos cardíacos. “Não são comuns, mas são possíveis”, destaca Lourenço.

Pode coçar?

Quem já foi picado sabe o quanto a coceira pode ser incontrolável. A notícia é que
coçar está liberado, de acordo com Abdalla. “A coceira é um mecanismo de defesa
e coçar pode aliviar um pouco o incômodo, mas cuidado. Certifique-se que está
com as mãos limpas e evite usar as unhas para não irritar ainda mais a pele ou
causar feridas, que podem ser a porta de entrada para uma infecção secundária.”
Há quem use cremes de cânfora, limão, aveia, vinagre e até amaciante de carne ou
mel para aliviar a coceiras. Mas não há nenhuma comprovação científica de que
essas dicas caseiras realmente ajudem a sanar o incômodo. Portanto, segundo
Lourenço, é melhor evitá-las para não correr o risco de intensificar o processo
alérgico ou até gerar um segundo problema.
O pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz recomenda a boa e velha compressa
de gelo, que “diminui o processo inflamatório, a sensação de coceira e a
vermelhidão”. A medida é paliativa.
Cuidados preventivos
O importante mesmo é investir nos cuidados preventivos, destaca Lourenço. Isso
porque, segundo ele, os insetos não só causam doenças, mas também são
transmissores de muitos vírus e parasitas. “Além de causarem a reação alérgica,
são potenciais transmissores de dengue, zika, chikungunya, febre amarela, malária,
leishmaniose e filariose”, ressalta o pesquisador.
A dengue, a zika e a chikungunya estão presentes em todo o território nacional. Já
a epidemia de febre amarela atinge 21 Estados (todo Norte, Centro-Oeste, Sul e
Sudeste, mais o Tocantins, a Bahia e o Piauí). “A filariose é mais comum no Norte e
em partes do Nordeste, enquanto leishmaniose se desenvolve com mais frequência
nas áreas de Mata Atlântica, principalmente Rio, São Paulo e Espírito Santo”, cita
Lourenço.
A recomendação é o uso de repelente, roupas compridas, mosquiteiros ou
telas.
Contar com a sorte, não é uma boa saída, já que todos estão sujeitos a picadas de
insetos infectados ou não. “É claro que existem pessoas que atraem mais os
insetos do que outras. Mas isso não tem nada a ver com o sangue e, sim, com a
composição das moléculas, influenciadas também pelos hormônios, que formam os
odores do suor e do chulé”, aponta o pesquisador.
Segundo ele, as roupas mais escuras também atraem mais os mosquitos.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/11/21/por-que-as-picadas-de-isentos-cocam-saiba-como-se-proteger-nesse-verao.htm