Monthly Archives: julho 2015

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Tomar muito café dá gastrite? Veja mitos e verdades sobre a doença

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Um exame importante para fazer e muitas matérias para estudar, mas o dia tem apenas 24 horas. O café passa a ser o companheiro das noites em claro e das manhãs sonolentas – para compensar a noite mal dormida. Tem sempre alguém para advertir: “Cuidado! Com tanto café, você vai acabar com uma gastrite”. Será?

Segundo especialistas, a cafeína pode, sim, irritar o estômago causando dor e desconforto. E não é só ela. Pimenta, bebidas alcóolicas e o cigarro também possuem essa característica. A irritação pode ser entendida como gastrite, que nada mais é do que um termo genérico para designar uma lesão superficial na mucosa do estômago. A gastrite pode ser gerada por diversos fatores.

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Sorvete é ameaça? Veja mitos e verdades sobre doenças respiratórias

Categoria : Noticias

Assim que o tempo esfria as mães já alertam os filhos para vestirem um casaco. Mas será que ficar agasalhado impede mesmo o contágio da gripe? E tomar um chá quente? Será que ajuda? Ficar exposto ao ar condicionado provoca doenças respiratórias?

No inverno a incidência de problemas respiratórios aumenta. Isso acontece porque com a queda da temperatura as pessoas tendem a se aglomerar em ambientes fechados, o que facilita a transmissão de micro-organismos.  É essa transmissão que provoca doenças e não o frio.

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Automassagem para combater estresse

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Dicas ao alcance das suas mãos para relaxar hoje mesmo

 

É possível que a massagem tenha sido o primeiro ato terapêutico da história humana, lá em nossos primórdios, quando a primeira criança caiu enquanto tentava dar seus inexperientes passos e foi instintivamente acariciada por sua mãe.  Na famosa “Tumba do Médico” em Saqqara, no Egito, há uma pintura famosa datando de 2.330 a.C. na qual duas figuras aparecem massageando os pés e as mãos de dois pacientes. Nos hieróglifos que legendam a cena um paciente diz “Não me machuque!”, ao que o terapeuta responde: “No fim você me agradecerá.”

Uma definição moderna para a massagem, de 1950, a situa como o movimento das mãos praticado na superfície do corpo vivo com um objetivo terapêutico. Pode ser usada com objetivo de reduzir

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Dormir de cabelo molhado dá caspa? Veja mitos e verdades sobre os fios

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Especialistas explicam e dão dicas de como manter o cabelo saudável no frio

 

Muita gente acredita que o inverno é um dos grandes vilões dos cabelos. Realmente, o tempo mais seco prejudica os fios e o calor do banho pode causar uma série de problemas. A dermatologista Giovana Moraes, membro da Sociedade Brasileira de Cabelo, e José Rogério Regis, coordenador do departamento de cabelos e unhas da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) dão dicas de como manter o cabelo saudável e de dar inveja.

O inverno piora a queda de cabelo?
Segundo Giovana Moraes, o inverno não aumenta a queda. Na verdade, o que aumenta é o fato de lavar o cabelo com água muito quente, que aumenta a oleosidade e a caspa, que leva à queda.

Os banhos quentes fazem o cabelo cair mais?
O especialista José Regis explica que o banho quente aumenta a seborreia (produção de sebo), porque tira a proteção da pele e acaba aumentando a produção do óleo, o ideal é lavar com água morna.

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda?
Segundo Giovana, o normal é cair de 100 a 150 fios por dia.
— A tendência das mulheres é lavar menos o cabelo no inverno,

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Saiba os motivos para não emagrecer mesmo fazendo dieta

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Abusos nos finais de semana, noites mal dormidas e uso de remédios podem ser causas

Dra. Alessandra Rascovski Gobbi

Endocrinologista e Metabologista

Todas as pessoas que começam a fazer uma dieta ficam absolutamente ansiosas pelos resultados, mas qual a expectativa correta? Seguindo uma dieta saudável, o esperado é uma perda de peso entre 0,5 a 1kg por semana e a velocidade de perda de peso depende de vários fatores, como: quanto maior o excesso de peso, maior o emagrecimento inicial, porque também se perde líquidos, se a dieta restringir carboidratos, também a perda de peso inicial é maior, mas não quer dizer que o resultado final será diferente.

E quando a perda de peso não aparece em pelo menos duas semanas de dieta, é melhor procurar fatores que podem influenciar o resultado da balança, apesar de todo esforço.

Abusos no final de semana

Aqui a causa é matemática, para emagrecer 0,5 a 1kg deve-se fazer uma economia de pelo menos 500 calorias/dia e o final de semana é cheio de evento onde é fácil consumir muitas calorias na forma de um “pequeno” pedaço de bolo ou algumas doses de bebida alcoólica.

Dormir mal

Vários estudos já comprovaram que sono de menos inibe a produção de leptina (hormônio da saciedade) e aumenta a grelina (hormônio da fome), ou seja, você quer comer mais e demora para se sentir satisfeito.

Uso de remédios

Medicamentos como alguns antidepressivos, corticóides e anticoncepcionais injetáveis podem propiciar ganho de peso.

Ovários policísticos

Mulheres com esta doença produzem insulina em excesso e entre o quadro clinico está irregularidade menstrual, acne, aumento de pelos e ganho de peso.

Doenças da tireoide

Pessoas que desenvolvem hipotireoidismo podem aumentar de peso, mesmo comendo adequadamente e com atividade física. Além disso, podem apresentar pele seca, sonolência, intestino preguiçoso e cansaço.

Estresse crônico

Favorece a produção de cortisol, hormônio que aumenta os depósitos de gordura, principalmente na região do abdome, além de diminuir as reservas de massa muscular.

Além disso, como carboidratos e doces liberam serotonina, estes alimentos podem ser usados intuitivamente para gerar conforto emocional.

Moral da história? Se a dieta e atividade física não estiverem sendo suficientes para controlar seu peso, melhor procurar um médico ou nutricionista para ajudá-lo encontrar a conduta terapêutica correta.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/18769-saiba-os-motivos-para-nao-emagrecer-mesmo-fazendo-dieta


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Abandone 10 hábitos que favorecem a má digestão.

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Comer rápido, fumar e usar cintos apertados são alguns vilões do estômago

POR CAROLINA SERPEJANTE

Azia, gases, sensação de estômago pesado e sonolência são sintomas que já acometeram todos nós pelo menos uma vez. Apesar de serem comuns a pessoas com condições crônicas, como a doença do refluxo gastroesofágico, esses males podem surgir em qualquer um que exagerou no prato ou não tomou os devidos cuidados na refeição – mesmo aqueles que seguem uma dieta equilibrada. Confira os conselhos dos especialistas e fique atento aos deslizes que podem causar má digestão:

1) Comer muito rápido
Ao comer rapidamente, cometemos dois erros cruciais – não mastigamos direito e não damos tempo suficiente ao nosso cérebro para perceber que estamos comendo. “Quando começamos a mastigar, nosso organismo libera uma enzima que facilita a quebra do alimento, iniciando o processo de digestão”, explica o nutrólogo Fernando Bahdur Chueire, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
Desta maneira, é fundamental triturar bem os alimentos antes de engolir, para que a enzima tenha tempo de agir, facilitando o trabalho do estômago e evitando que o órgão fique sobrecarregado – fator que deixaria a digestão mais lenta. Além disso, cada refeição deve ter duração de pelo menos 20 minutos. “Esse é o tempo médio que leva para o intestino liberar o hormônio que ativa o centro de saciedade do cérebro depois que começamos a nos alimentar”, explica. Almoçar em menos tempo que isso não irá proporcionar a sensação de saciedade, fazendo que com a ingestão seja exagerada, dificultando a digestão e favorecendo problemas como refluxo. “Comer demais também torna o processo de digestão mais demorado, causando sensação de mal estar”, alerta o nutrólogo. De acordo com o profissional, o ideal é comer até sentir-se bem e não até ficar “cheio”.

2) Manias à mesa

A gastroenterologista Mara Rita Salum, da Unifesp, explica que os órgãos do sistema digestivo se localizam na caixa torácica e, dependendo da forma como nos posicionamos, eles se comprimem, dificultando o processo digestivo, culminando na má digestão. Por isso, atitudes como comer deitado ou em qualquer posição que não seja ereta afeta diretamente a digestão. Outra mania comum é falar enquanto comemos – isso pode aumentar a ingestão de ar durante a refeição, favorecendo problemas relacionados a gases.

3) Líquidos durante a refeição

“Quando alguém bebe muito líquido enquanto come, o estômago enche mais, podendo causar mal estar devido ao maior tempo de digestão necessário para esvaziar o órgão”, aponta a gastroenterologista Mara. Tomar um copo de suco de até 150 ml, no entanto, não interfere de forma significativa na digestão e pode até facilitar o processo de mastigação. Mas a ressalva fica para as bebidas gaseificadas: elas provocam a dilatação do estômago, levando a uma maior ingestão de comida e prejudicando o processo digestivo. “Acompanhar a refeição com qualquer tipo de bebida não é recomendado apenas para quem sofre de doença do refluxo gastroesofágico, pois aumenta o risco de azia.”

4) Jejum prolongado

Para entender porque o jejum prolongado interfere na digestão, é preciso conhecer o mecanismo do corpo que causa a azia. Na ligação do nosso esôfago com o estômago, temos um órgão chamado esfíncter esofágico inferior, uma espécie de anel responsável por permitir a passagem de comida e se manter fechado quando não estamos fazendo uma refeição. “Ele se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se fechar para reter o que foi ingerido e impedir que os sucos gástricos atuantes na digestão subam para o esôfago, causando a azia”, explica o gastroenterologista Ricardo Blanc, da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia. Quando uma pessoa fica sem comer, o ácido gástrico produzido normalmente pelo estômago se acumula e pode refluir, irritando o final do esôfago e causando a azia. “Comer a cada três horas mantém o sistema digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de ácido gástrico”, explica o gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein.

5) Boca seca

Ficar com água na boca não indica apenas que você está com fome – a saliva é parte importante do processo de digestão, pois é ela quem inicia esse processo. É pela saliva que são liberada as primeiras enzimas que ajudam na trituração dos alimentos. Além disso, a saliva ajuda na eliminação de bactérias da cavidade bucal, prevenindo contra cáries e outras doenças. Dessa forma, pessoas que tem a boca mais seca podem ter o processo digestivo prejudicado, já que a saliva não será suficiente. Segundo os especialistas, o uso de determinados medicamentos – entre anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão -, tabagismo, abuso de álcool, menopausa e doenças que afetam as glândulas salivares, como diabetes, Parkinson e HIV, são causadores de secura na boca. Ela também pode surgir uma vez ou outra, sem qualquer relação com esses problemas, mas se persistir o ideal é procurar um médico. Algumas dicas para evitar a secura na boca são beber bastante água, mascar gomas ou chupar balas sem açúcar e evitar bebidas com cafeína.

6) Fumo e álcool

Você deve estar se perguntando por que o cigarro iria interferir na digestão, já que a fumaça se deposita nos pulmões. A resposta é simples: a nicotina, quando entra na corrente sanguínea, também vai para o sistema digestivo, e lá provoca a diminuição da contração do estômago, dificultando a digestão. “O uso contínuo do cigarro também enfraquece o esfíncter esofágico inferior, aumentando o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica e causando azia”, diz o gastroenterologista Luiz Eduardo. Além disso, o tabaco altera o paladar e induz a produção de ácido clorídrico pelo estômago, o que facilita a infecção pelas bactérias Helicobacter pylori, causadoras da úlcera gástrica. Segundo o especialista, o cigarro ainda estimula a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando suco gástrico mais nocivo ao organismo e intensificando o aparecimento de úlceras.

Com o álcool não é diferente. Quando ingerimos alguma bebida alcoólica, a substância logo é absorvida pelo nosso sistema gastrointestinal, irritando as mucosas do esôfago e do estômago e alterando as membranas do intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. “Os resultados podem ser esofagite, gastrite e até diarreia”, explica o gastroenterologista Ricardo Blanc. Já no fígado, o álcool vai alterar a produção de enzimas, sobrecarregando o órgão. “Ele passa a produzir mais enzimas para metabolizar o etanol, levando a uma inflamação crônica ou hepatite alcoólica, podendo evoluir para cirrose”, completa. Outro órgão afetado pelo excesso de bebidas alcoólicas é o pâncreas, responsável pela fabricação de insulina e de enzimas digestivas. O álcool pode causar uma inflamação no pâncreas, e essa inflamação pode evoluir para uma pancreatite.

7) Sono inadequado

Descansar após as refeições, tirando um cochilo leve, pode ajudar na digestão porque está relacionada, sobretudo, ao repouso. “Dando um tempo das atividades pesadas, o fluxo sanguíneo permanece focado nos órgãos envolvidos na digestão sem qualquer problema”, afirma o nutrólogo Fernando. Além disso, o ideal é repousar com a cabeça levemente inclinada para cima, pois isso ajuda na descida dos alimentos. “Ficar completamente deitado pode favorecer o refluxo ou mesmo atrapalhar a digestão”, explica o especialista. A soneca, entretanto, deve durar apenas alguns minutos, pois ao entrarmos em sono profundo, o metabolismo fica lento, dificultando o processo de digestão. Caso queira dormir mais profundamente, espere de duas a três horas após a refeição.

8) Respirar pela boca ou sorver alimentos

É comum pessoas com alergias respiratórias passarem a maior parte do tempo com as narinas entupidas, precisando respirar pela boca. Nesse cenário, ela acaba respirando pela boca também enquanto come, levando mais ar para o estômago e causando gases. O mesmo acontece quanto usamos canudinho ou sorvemos alimentos, como uma colher cheia de sopa. O ato de sugar a bebida ou o alimento também traz mais ar para dentro do corpo, podendo causar má digestão ou então intensificando um problema que a pessoa já tenha normalmente, como refluxo ou azia.

9) Erros ao fazer exercícios

“Logo depois que você se alimenta, o organismo direciona maior fluxo sanguíneo para os órgãos envolvidos na digestão para que, dessa maneira, o processo seja realizado mais rapidamente”, aponta o nutrólogo Fernando. Quando fazemos exercícios, por outro lado, quem solicita maior fluxo sanguíneo são os músculos. Assim, é fundamental esperar a digestão completa da refeição – que leva cerca de duas horas – para treinar, pois, do contrário, nenhuma atividade será bem realizada. Segundo o nutrólogo, a diminuição do fluxo sanguíneo ocorre até mesmo no cérebro e, por isso, é normal sentirmos preguiça, cansaço ou dificuldade de concentração logo após comer. O ideal, portanto, é esperar cerca de 15 minutos para voltar a trabalhar, estudar ou realizar outra atividade que exija atenção.

10) Roupas ou cintos apertados

Usar calças ou saias com elásticos apertados, bem como abusar dos cintos, pode apertar o estômago e obrigar a comida a retroceder para o esôfago. Após as refeições, seu estômago dilata por conta da produção de ácidos gástricos, e a pressão das roupas pode fazer com que esses ácidos retornem para o esôfago, causando azia e refluxo. Esse problema é mais intenso em pessoas que estão acima do peso, pois a obesidade aumenta ainda mais a pressão no estômago. Essa pressão pode empurrar o conteúdo do estômago para dentro do esôfago, causando azia.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/16590-abandone-10-habitos-que-favorecem-a-ma-digestao


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Carboidratos: sim ou não?

Categoria : Noticias

por Nutricionista Francis Moura Santos

Em tempos onde as pessoas estão fazendo as dietas Low Carb (baixo teor de carboidrato ou NADA de carboidratos), fica um questionamento. Será que essas dietas são boas?

Cada vez mais comum entre praticantes de atividade física, as dietas com redução drástica ou total de carboidratos se tornou uma prática comum, porém devemos lembrar que o carboidrato é fonte principal de energia para o nosso organismo, e principalmente para o nosso cérebro.

Nosso corpo precisa de três macronutrientes para funcionar bem: carboidratos, lipídios (gordura) e proteína. E esses três macronutrientes devem estar em equilíbrio para que nosso organismo funcione bem. A restrição de qualquer um destes, pode causar problemas e desequilíbrios.

Para os praticantes de atividade física o carboidrato é ainda mais importante, e a depender da modalidade de exercício, este passa a ser o principal macronutriente da dieta, como é caso dos atletas de endurance.

Para aqueles que praticam exercício físico de forma intensa e/ou prolongada é recomendado uma

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Ambiente de trabalho negativo pode causar doenças como depressão e ansiedade Entenda os tipos de ambientes de trabalho e aprenda como identificar o seu

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Por Ana Paula Bellati Psicólogo

 

Muitas pessoas se perguntam: um ambiente de trabalho hostil pode gerar problemas sérios de saúde? E a resposta, infelizmente, é sim! Transtorno bipolar, síndrome do pânico e depressão são as complicações mais comuns. O estresse proveniente do trabalho, impacta a partir principalmente da ansiedade e a evolução dessa ansiedade, é que pode se tornar uma doença.

A negatividade, a insatisfação, o desânimo, a tristeza, a ansiedade progridem a quadros mais graves, porém, quando as pessoas se dão conta da gravidade do problema, já é hora de partir para medicação.

Se o ambiente hostil é a causa dessas doenças, isso não consigo afirmar, é como a história do ovo e da galinha, sobre quem vem primeiro. Mas que um ambiente não favorável prejudica a saúde, prejudica.

Podemos dizer que o ambiente é o solo onde irão brotar as sementes que forem plantadas. Se plantarmos boa convivência, brotarão confiança e boas ideias e assim o crescimento mútuo acontecerá naturalmente.

Para a OMS (Organização Mundial da Saúde), “a adesão aos princípios dos ambientes de trabalho saudáveis, evita afastamentos e incapacidades para o trabalho, minimiza os custos com saúde e os custos associados com a alta rotatividade, e aumenta a produtividade a longo prazo bem como a qualidade dos produtos e serviços”.

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